terça-feira, 19 de janeiro de 2010

CASTRAÇÃO UM ATO DE AMOR



Para cada 415 bebês nascidos por hora, há entre dois mil e três mil cãezinhos e gatinhos novos.
Estima-se que uma cadela pode dar origem a 67 mil cães em um período de seis anos.

A cidade, infelizmente, não está preparada para receber toda essa população animal. Com a taxa de natalidade descontrolada, aumenta-se o número de abandono, de sacrifícios, de atropelamentos, maus-tratos, etc.

Assim, a esterilização mostra-se como a solução mais rápida e eficaz, acompanhada, é claro, do trabalho de conscientização dos proprietários e das pessoas em geral.

Não devemos esperar que nosso bichinho dê primeiro uma cria para só depois castrá-lo, devemos fazê-la o quanto antes, deixando de contribuir para essa triste realidade.

A esterilização está entre os cuidados que um proprietário responsável deve ter com o seu animal. A esterilização é menos traumática que a repressão dos instintos sexuais dos animais a cada cio ou a eutanásia sistemática de filhotes e animais adultos.



Vantagens da esterilização

- Diminui os riscos de transmissão de doenças sexuais;

- Diminui o risco de tumores de mamas e útero nas fêmeas e o risco de hiperplasia de próstata e tumores nos testículos nos machos;

- O animal fica mais tranqüilo;

- O cio deixa de ocorrer;

- Diminui o risco de fugas atrás das fêmeas;

- Diminui a necessidade de marcar território por meio da urina no ambiente, bem como o odor característico;

- Diminui o problema de latidos, uivos e miados excessivos.

Respostas às dúvidas freqüentes


1. O animal não sofre, porque, no pré-operatório, ele recebe anestesia geral, e após é medicado com analgésicos.

2. Os animais castrados ou esterilizados continuam tomando conta da casa como antes, pois o instinto de preservação e proteção continuam inalterados.

3. O animal não engorda em razão da cirurgia, mas sim pela diminuição das suas atividades físicas. Passeios, corridas, caminhadas e brincadeiras são bem-vindas.

4. No caso das fêmeas castradas antes do primeiro cio, reduzem em mais de 90% risco de terem câncer de mama ou de útero.

5. O animal tendo cruzado e ficado prenhe, a cirurgia pode ser realizada, devendo ser marcada o quanto antes.

6. A partir dos dois meses de idade os filhotes já podem ser esterilizados, tanto machos quanto fêmeas.

7. Os filhotes esterilizados crescem e se desenvolvem normalmente.

8. Após 30 dias que a fêmea pariu, ela já pode ser esterilizada. Com as gatas deve-se tomar muito cuidado, pois mesmo durante a amamentação podem apresentar outro cio e engravidar.

9. O uso de anticoncepcionais pode ocasionar efeitos colaterais indesejados, desencadeando uma doença grave no útero.

Idade para esterilizar o animal

A cirurgia já é possível a partir dos 2 meses de idade.




Onde esterilizar o seu animal

vsfbrasil@bol.com.br

Lembre-se:

- A esterilização é a forma mais rápida e eficaz de evitar crias indesejadas, o abandono e o sacrifício de animais.

- Você é peça fundamental para difundir essa alternativa e salvar muitas vidas!

- Abrigo não é solução.

- Animal não é brinquedo.

- Animal não é presente, a não ser que você tenha total certeza de que a pessoa a ser presenteada deseja o animal e vai assumir a responsabilidade de cuidar dele por toda sua a vida (em média 15 anos).

- Adote um animal ao invés de comprar. Incentive os amigos que querem um animal a fazer o mesmo. Um animal vale pelo amor, não pela raça.

Quem ama cuida!
 

domingo, 17 de janeiro de 2010

Chã Grande quer "deportar" animais para o Recife

2010-01-07 11:06

Denúncia // Prefeitura pediu ajuda ao CVA do Recife. Entidades se mobilizaram contra

A Secretaria de Saúde do município de Chã Grande, localizado na Zona da Mata pernambucana, tomou uma decisão que desagradou os criadores de cães e gatos. O secretário de saúde, Jairo Paiva, pediu ao Centro de Vigilância Ambiental (CVA) do Recife para recolher os animais que estivessem nas ruas da cidade. Temendo que os animais terminassem sendo sacrificados, entidades defensoras se mobilizaram e conseguiram suspender, pelo menos temporariamente, a ação, prevista para durar três dias. A associação de Amigos e Defensores dos Animais e do Meio Ambiente (Adama) e a Organização Não-Governamental Veterinários Sem Fronteiras vão apresentar ao município uma contra proposta para evitar a transferência para o CVA de Recife. As duas entidades querem sensibilizar a população de Chã Grande. Fazer com que os moradores da cidade adotem os bichos que estão na rua e permanecerem com os que já têm, ainda que doentes.

A denúncia partiu da assistente social Neuma Borba. Ela estava fazendo uma visita em Chã Grande e ouviu um carro de som anunciando uma parceria entre as prefeituras das duas cidades para recolher animais de estimação. Na manhã de ontem, a assistente social presenciou os animais sendo recolhidos. "Acho que houve uma arbitrariedade cometida pelas duas prefeituras. Não poderiam ter recolhido todos os animais que estavam na rua. A maioria estava saudável. O mais grave é que em cidade de interior os animais costumam ficar soltos", comentou a assistente social. Atordoada, ela saiu avisando a vizinhança que o CVA iria recolher os bichos que estivessem nas ruas.

Esclarecimentos - Ao saber do ocorrido, a presidente da Adama, Maria Padilha, resolveu buscar esclarecimentos nas duas prefeituras. "Liguei para o secretário de saúde e também para a diretora da vigilância sanitária do município e pedi para que a ação fosse suspensa. Vamos apresentar um projeto para que os cães e gatos passem por esterilização. Mostraremos outras alternativas", adiantou. Maria Padilha questionou a maneira escolhida pelo município de Chã Grande pararesolver o problema dos animais que estão doentes ou nas ruas. "Só trazer esses cães para Recife dentro de uma carro já é considerado maus tratos. É um absurdo uma coisa dessa", criticou.

Segundo informação da assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde do Recife, a ação de colaboração entre as duas prefeituras é legal e a entidade seguiu orientação do Ministério da Saúde (MS). "O MS diz que o município que não tem CVA pode solicitar auxilio àquele município que tem. Uma equipe foi até o local depois que a Secretaria de Saúde de Chã Grande fez um ofício para o CVA do Recife solicitando a ação".

A assessoria de imprensa acrescentou que os cães que já foram recolhidos na ação de ontem ficarão em um canil separado e não serão sacrificados. Passarão por uma avaliação veterinária e depois serão disponibilizados para adoção.

Já o Secretário de Saúde de Chã Grande, Jairo Paiva, disse que aguarda a visita das entidades de defesa dos animais. "Vamos ouvir a proposta deles e a nossa intenção é resolver oproblema da melhor maneira possível. Enquanto isso o recolhimento fica suspenso", garantiu. Ele explicou ainda que a ação foi motivada por pedidos da própria população, que estava reclamando do grande número de animais abandonados nas ruas da cidade.



Fonte: Jornal Diário de Pernambuco

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

DIA INTERNACIONAL DO DIREITO DOS ANIMAIS


Multirões de Castração de Cães e Gatos realizados em São Paulo - 2008




A COMUNIDADE


O TRANSPORTE PELA PREFEITURA


PREENCHIMENTO DAS FICHAS E RGA´S


O ESPAÇO FÍSICO


CIRURGIAS


PÓS-OPERATÓRIO

A EDUCAÇÃO É O GRANDE PASSO

TERÇA-FEIRA, 10 DE NOVEMBRO DE 2009


Animais sofrem abusos e maus-tratos no trânsito

Internauta denuncia problema envolvendo carroças que circulam pelas ruas do Recife e entidades anunciam que farão blitzes educativas para combater os crimes

Por: Ana Paula Neiva // ananeiva.pe@diariosassociados.com.br

Carga em excesso, animais sem ferraduras ou arreios e, ainda por cima, mortos de sede e fome. A cena é comum nas grandes cidades mas, diante do corre-corre diário, acaba passando despercebida para a maioria. Embora os maus-tratos contra animais de tração, como são chamados os cavalos que fazem transporte de carga, sejam considerados crime, são pouco punidos. Revoltada com a exploração desses bichos nas ruas do Recife, a cidadã-repórter Santana Moura, denuncia o abuso dos carroceiros contra os cavalos. Segundo ela, os animais trabalham em horas exaustivas, doentes, cansados, machucados e sem se alimentar. A maioria sem equipamentos de proteção. "É muito triste o que os carroceiros vêm fazendo com esses animais, que passam o dia inteiro expostos ao sol, sem se alimentar e levando pancada no lombo", descreve a internauta, que flagrou a presença de animais em Brasília Teimosa e no bairro da Várzea. "Os cavalos estão feridos e magrelos", descreve.



Cavalos que puxam carroças passam o dia expostos ao sol, sem alimentação adequada e são submetidos a jornadas de trabalho exaustivas. Foto: Helder Tavares/DP/D.A Press

A questão também tem incomodado as entidades de lutam pelos direitos dos animais. E elas querem transformar essa realidade. A Associação de Amigos e Defensores dos Animais e do Meio Ambiente (Adama) e a Organização Não-Governamental Veterinários Sem Fronteiras pretendem fazer, nos próximos 15 dias, blitzes educativas na cidade. "Nossa intenção não é só fiscalizar, mas queremos mostrar que maltratar animais é crime", explica Maria Padilha, presidente da Adama. Segundo ela, no sábado passado, a associação recebeu duas denúncias envolvendo animais de tração. "Uma delas dizia que o cavalo estava doente, sem condições de andar, e mesmo assim, carregava peso demais", comenta.

As blitzes educativas serão acompanhadas por veterinários, que vão examinar o estado de saúde dos animais. "Inicialmente, não faremos apreensão. O proprietário será notificado e ficará como fiel depositário, pois não temos local adequado para abrigar os cavalos", informa Maria Padilha. Pelo artigo 32 da Lei Federal 9.605 de 1998, praticar atos de abusos,maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos, nativos ou exóticos, resulta em pena de detenção de três meses a um ano, além de pagamento de multa.

Identificação - A presidente da Sociedade Ecológica e Proteção dos Animais Francisco de Assis, Solange Santos, diz que destas carroças são guiadas por crianças e adolescentes, descumprindo as normas de segurança do Código de Trânsito Brasileiro. "Também observamos que o número de animais nas ruas vem aumentando, justamente pela facilidade de se comprar um cavalo. Os mais velhos são mortos e têm a carne comercializada ilegalmente", diz. Solange não vê o problema somente como uma questão social, ela acredita que falta mesmo é vontade política. "Foi mais difícil tirar os kombeiros da rua e a prefeitura retirou", afirma.

O médico veterinário Werner Payne, da ONG Veterinários Sem Fronteiras, sugere que a retirada dos animais de tração seja feita gradativamente. "É preciso que seja realizada uma identificação dos carroceiros, como já acontece em algumas cidades do interior de São Paulo e de Minas Gerais", ressalta. O veterinário diz que seria necessário também definir que o limite máximo a ser transportado pelo cavalo não pode exceder o peso do animal e deve ter incluido o peso do veículo e do condutor.

Não há legislação em Pernambuco e no Recife que regulamente o transporte por tração animal. No entanto, a questão vem sendo discutida na Câmara dos Vereadores desde 2001. A casa chegou a aprovar um projeto de lei do vereador Daniel Coelho, que acabou sendo vetado pela Prefeitura, sob alegação de que a Câmara não podia ter iniciativa nessa área. A proposta apresentada pelo vereador previa a redução gradativa do número de veículos de tração animal, com finalidade de melhorar as condições de trabalho para quem utiliza o meio como fonte de renda. O projeto estabelecia ainda o prazo de oito anos para a proibição das carroças no Recife e proibia a condução dos veículos por menores de 18 anos e o uso de chicotes ou qualquer instrumento que causasse dor ao animal.



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

UM PASSADO QUE SE TORNA PRESENTE PARA O FUTURO



















sábado, 24 de outubro de 2009

VSF NA INAUGURAÇÃO DO CENTRO CIRÚRGICO

Dia 17/10/09, a VSF participou da tão esperada inauguração do centro cirúrgico para a castrações de cães e gatos do CVA-Centro de Vigilância Ambiental. O evento contou com a presença do Prefeito João da Costa e do Secretário de Saúde de Recife. Também contou com a participação de várias instituições defensoras dos animais, entre elas nossas parceiras ADAMA, Adote um vira-lata. Este foi um passo muito importante para a região do Nordeste no controle populacional de animais